Campina Grande, 29 de junho de 2011
O que seria da vida sem pessoas que nos inspiram os dias. O que seria dos dias sem momentos de alegrias e aprendizados. De que serviria o aprendizado se não existissem fatos para serem analisados e solucionados. De que importaria a solução dos conflitos se não almejássemos a paz, e de que serve esta, senão para trazer felicidade? Convenhamos, a finalidade te todo e qualquer ato é o bem, assim como a felicidade advindo da paz de espírito, da harmonia com o universo, dos nossos desejos, das nossas intenções, do nosso propósito de vida.
Será se este pensamento condiz com a realidade que nos cerca? Vemos nos dias que se passam de forma rápida, que boa parte da juventude praticam atos que não segue o pensamento exposto. Quando digo jovens, me refiro as mentalidades que não desenvolveram o senso da responsabilidade e da conduta pautada em finalidade concreta e permanente.
Somos tomados pela inércia dos dias, afinal temos o necessário para nos alimentar, nos proteger do frio, minimizar as mazelas físicas o que nos deixa mais tranquilos. No entanto, não aproveitamos os bons tempos para aperfeiçoar nossos atos e desenvolver nossa habilidades que há muito tempo foi inibida pelo medo e pelo controle. Essa é a realidade da maioria no Brasil, a miséria estrema ainda existe em nosso país, no entanto, já está em numero reduzido, levando em conta as décadas passadas.
Pensadores da área social expressa que a pedra de tropeço para a felicidade no século passado era a dificuldade, hoje é a facilidade. Fato devidamente comprovado se lançarmos os olhos para as infinidades de oportunidades que temos nos dias de hoje. Mas surge a questão: será que estamos sabendo usar de nossa fase de bonância para ampliar nosso conhecimento e nossas habilidades, afim de sanar de uma vez por todas os sofrimentos limitadores que faz deste planeta um local de provas e espiações?
São Francisco de Assis nos intui que é necessário, não somente subir aos ceus, mas fazer da terra um ceu, afim de termos uma felicidade permanente. Outros pensadores, em complemento, expressa que necessário é subir aos ceus para aprender, e retornar aos vales para recuperá-los.
Cada ser nesse mundo tem missões mais que importantes para o avanço da humanidade na marcha evolutiva rumo ao divino. A felicidade existe, e a natureza nos oferece a condição de evoluir e levar conosco todos que almejam a evolução do planeta e dos cidadãos que compartilham suas experiências.
Cada ato que praticamos com boa intenção é um degrau que construímos para alcançar as estrelas. Todos nós somos luz, capazes de lutar contra o nosso orgulho e egoísmo, pois estes são os verdadeiros inimigos e causadores da inferioridade humana. O amor sincero e incondicional (aquele que não depende de contrapartida) é capaz de intensificar a luz interna, dissipando cada obscuridade que possa habitar nosso ser.
A chave para a libertação das mazelas é o autoconhecimento, a observação contínua dos ato que preenchem nossos dias. Adquirindo a capacidade de se olhar de fora, percebemos nossos erros e acertos, podendo intensificar estes e aperfeiçoar aqueles, mas é de crucial importância o auto perdão, consistente em não se punir por errar e sim entender e aperfeiçoar. Notável é que a culpa não resolve os problemas, apenas os intensifica.
Vamos a luta, observando a grandiosidade dos seres humanos, valorizando sempre o ser divino que todos são. Em sua plenitude em sua perfeição. Vendo o bem, sentindo o bem, atrairemos o bem.
Que nossos atos tenham sempre como finalidade a paz e a felicidade, para que não venhamos a perder a energia de nossas ações com atitudes que protelam nossa evolução. Que a reflexão e o conhecimento seja nossa búsula nesse grande oceano chamado vida.
Maxten Viol Of Silbr

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